Bioengenharia de tecidos em HOF

A Harmonização Orofacial é uma disciplina odontológica que tem por fim otimizar os contornos faciais aliando estética e função. A busca de proporções ajustadas a um perfil equilibrado requer um alinhamento das estruturas faciais e anexos. Está visão abrange a postura crânio-facial, o relevo tegumentar em sintonia com os contornos das projeções das estruturas, fazendo a alusão das proporções áureas tão estudadas na odontologia.

A bioengenharia de tecidos busca otimizar a relação de estímulo fisiológico e a formação de determinado tecido, através do uso de biomoléculas ou parte do próprio tecido biológico.

As características do tecido induzido devem ser as mesmas de seu leito, sem qualquer alteração morfológica ou celular.

A partir destes preceitos, e com o uso do estímulo adequado é possível recompor com presteza os tecidos senescentes e/ou lássidos.

As biomoléculas são interessantes quando suas características químicas permitem um estímulo através de quimiocinas específicas para a expressão de fatores de crescimento, porém estas características de diferenciação e trânsito celular são aprimoradas com o uso da FOTOBIOMODULAÇÃO, que entrega a energia luminosa para a conversão em energia química intracelular. Isto também acontece com o uso de material biológico como Concentrados sanguíneos e gordura, refletindo na capacidade da transformação do metabolismo, estimulando a expressão gênica de diversos fatores de crescimento, assim como o rearranjo intracelular, implementando a presença do complexo antioxidante, a redução do ácido ascórbico oxidado e o aumento do ácido retinóico através da diferenciação do fibroblastos em miofibroblasto, e na composição das fibrilas colágenas pelo estímulo do pró- colágeno tipo 1. Uma verdadeira bioengenharia dos tecidos que compõem a face.

The oral health context in the female: the hormonal dictatorship.

The various hormonal stages in which the woman is subjected throughout its life, may, in the context of oral health, current events relating to the hormone or lack of it, providing a kind of persistent gingivitis to severe impairments in the framework periodontal (tissue that connects the tooth to the bone).
In the first phase of menstruation (or menarche), the girl-woman goes to live with the monthly hormonal changes, which, besides leaving it able to produce a son, modifies a series of chemical processes of metabolism that will often interfere on your mood, your skin (acne) and their oral health, especially if hygiene is poor, among other consequences, and this can happen throughout the woman’s reproductive life.
The esterectomia hormonal contraceptive methods and may also alter the pattern of oral health of women, requiring effective methods of prevention, such as good oral hygiene and a healthy diet, so that more severe consequences are off. Canker sores are very common in some women, and this requires action.
A very critical period to aggravate weaknesses mouth, is pregnancy. Would be wrong to think it’s her fault that both oral diseases bother many pregnant women. In fact, women with complications of pain during pregnancy, usually brought problems in the oral health before conception. And this can be very serious for the outcome of pregnancy, even causing premature births due to the infection and release of toxic substances into the bloodstream.
When a woman enters the period of menopause, hormone production begins to decrease until the phase of menopause, requiring specific care to be carried out to combat the evils of periodontitis, silent disease that breaks down bone tissue and the implantation of the tooth, unstructured it, and thus condemning him, and this can also happen with osseointegrated implants.
But for all these problems is safe and effective preventive methods that help maintain that humanity is most beautiful: WOMEN’S SMILE!

O contexto odontológico no universo feminino: a ditadura hormonal x saúde bucal.

As diversas fases hormonais em que a mulher será submetida ao longo de sua vida, pode instituir no contexto de saúde bucal, manifestações inerentes ao hormônio vigente ou à ausência dele, propiciando um tipo de gengivite persistente até comprometimentos severos no arcabouço periodontal ( tecido que liga o dente ao osso).
Na fase da primeira menstruação (ou menarca), a menina-mulher passa a conviver mensalmente com as alterações hormonais , que além de deixá-la apta a gerar um filho, modifica uma série de processos químicos do metabolismo que irão, muitas vezes, interferir em seu humor, em sua pele (acne)e em sua saúde bucal, principalmente se a higiene for deficiente, entre outras conseqüências, e isto pode acontecer durante toda a vida reprodutiva da mulher.
Os métodos contraceptivos hormonais e esterectomia, também podem alterar o padrão de saúde bucal da mulher, exigindo métodos efetivos de prevenção, como uma boa higiene bucal e dieta saudável, para que conseqüências mais severas fiquem afastadas. Aftas são bastante comuns em algumas mulheres, e isto requer providências.
Um período bastante crítico para agravar debilidades bucais, é a gravidez. Engana-se quem pensa que é culpa dela as enfermidades bucais que tanto incomodam muitas gestantes. Na realidade, mulheres com intercorrências de dor durante o período gestacional, geralmente trouxeram problemas de ordem de saúde bucal antes da concepção. E isto pode ser muito grave para o desfecho da gravidez, provocando até mesmo partos prematuros, devido aos processos infecciosos e liberação de substância tóxicas na circulação sanguínea.
Quando a mulher entra no período de climatério, a produção hormonal começa a diminuir até a fase de menopausa, exigindo cuidados específicos que deverão ser realizados para combater os fatores patogênicos da periodontite, doença silenciosa que degrada ossos e tecidos da implantação do dente, desestruturando-o, e consequentemente, condenando-o, e isto também pode acontecer com os implantes osteointegrados.
Mas para todos estes problemas há métodos preventivos seguros e eficientes, que ajudam a manter o que a humanidade tem de mais bonito: O SORRISO DA MULHER!

A atualização dos profissionais da odontologia

Atualização profissional: a necessidade de reciclar conhecimentos.

Assistenciar um paciente não é via de regra uma missão simples. O cirurgião-dentista, assim como o médico, encontra muitas vezes na busca da reabilitação, dificuldades que podem fugir do conhecimento e coibir ou impedir o correto diagnóstico e tratamento.
É neste momento que os fóruns profissionais encontram sua grande importância. Discutir casuística, resultados positivos e negativos, trás a todos os profissionais a oportunidade de rever seus métodos de tratamento, ou confirmá-los como boas alternativas.
Atualmente é reconhecido que não basta tratar doenças, é necessário um olhar mais apropriado ao doente, e as novas tecnologias como o LASER e as antigas também, como a acupuntura, podem trazer ao paciente, inúmeros benefícios que permitem uma qualidade de vida melhor durante o período de covalescência, assim como uma cura mais rápida. Mas para tanto é de extrema importância que se evidencie clinicamente os benefícios das técnicas.
A linguagem científica esta envolta em paradoxos, e para que estes paradoxos sejam confirmados ou derrubados é necessário o investimento pesado em pesquisas.
No Brasil, as pesquisas de alto valor científico ainda ficam restritas nas grandes universidades, pois em muitas empresas do setor de saúde, há submissão em relação às pesquisas internacionais, mas este quadro está mudando.
Com a qualidade de profissionais formados no país, os congressos internacionais não são mais os mesmos. Antes era possível observar no release dos congressos, apenas professores doutores de grandes universidades americanas e européias, porém na atualidade o que se observa, são profissionais comprometidos com a evidência clínica com atuação na rotina diária do consultório, ao atendimento multidisciplinar de pacientes portadores de doenças que ainda suspiram a necessidade de investimentos nas pesquisas e nas ferramentas utilizadas para reversão istêmica ou cirúrgica desta condição.
Tratamentos já conhecidos como as cirurgias sem sangramento, ganham destaque, pois propiciam procedimentos com menos quantidade de anestésicos e a cicatrização é mais rápida e de melhor qualidade, principalmente com a utilização de alguns lasers já disponíveis no mercado para atuação médica e odontológica.
Ganham destaque também, as terapias de baixa intensidade que promovem efeito analgésico, antiinflamatório e antiedematoso, com ênfase no tratamento de halitose, pois a terapia a laser, tem efeito bactericida.
Um profissional com compromisso com a saúde de seus pacientes não pode deixar de se reciclar, “ampliar horizontes” deve fazer parte da rotina de todos os profissionais, mas para a área da saúde é sem dúvida, uma obrigação!

Medicamentos, alimentos escuros e hábitos parafuncionais – o que de fato prejudica os dentes?

Podemos dizer que a dentição passa por dois momentos cruciais durante sua existência – a formação e a madureza.
Durante sua formação, tanto a presença quanto a ausência de alguns minerais podem determinar alterações importantes em sua estrutura que o fará mais frágil ou mais forte ao ataque dos ácidos bacterianos. Como exemplo podemos citar a ausência de flúor, que inevitavelmente trará interferência na formação do dente que o deixará frágil, porém seu excesso também trás conseqüências ruins, pois demarcam manchas brancas que comprometerão a estética dental. Outro exemplo é a presença de prata, contida em alguns medicamentos como a tetraciclina, que é um antibiótico amplamente utilizado em infecções, o qual deve ser evitado em crianças pelo fato de trazer um aspecto acinzentado, que pode variar de suave a severo, tendo um impacto estético muito difícil de tratar sem intervenções mais invasivas como facetas ou coroas de porcelana.
Quando o dente já está maduro e posicionado na arcada dentária, o mecanismo de prejuízo por medicamento é diferente, não fazendo parte da estrutura do dente e sim interferindo na secreção de saliva que possui fatores de proteção para que a acidez bacteriana não ataque a superfície do dente.
Quanto aos alimentos, é muito divulgado que os pigmentos são os responsáveis pelo escurecimento dental, porém uma técnica bastante simples de jateamento de bicarbonato, remove com tranqüilidade os pigmentos que aderem no dente, o complicado é quando o manchamento do dente é interno, e isto só acontece devido a traumas que podem ser químicos, térmicos ou mecânicos.
Estes traumas fazem com que o dente, que é um órgão vivo, provido de um complexo vasculo-nervoso, produza através de suas células pulpares tecidos secundários no intento de proteger o dente, e o que se vê ao longo do tempo, são dentes escurecidos que variam de amarelo, marrom ou cinza, e que precisarão de clareamento químico para apresentar uma tonalidade dental mais agradável a visão.
Neste contexto, de pouco adianta evitar o café se o leite estiver muito quente, pois o dente sentirá a temperatura e produzirá o tecido de proteção. O mesmo acontece para aqueles que adoram morder o sorvete.
Mas de tudo, o pior mesmo é quando o indivíduo tem o péssimo costume de comer quente e beber gelado junto, isto provoca trincas no esmalte que levarão o contato direto com o tecido vivo do dente, instituindo a famosa hipersensibilidade dentária que com a presença da exposição do colo, trará um desconforto persistente e contínuo, que além da dor o dente ganhará um aspecto escuro com o passar do tempo.
Já os hábitos parafuncionais como roer unha, morder tampa de caneta ou ficar apertando os dentes nos momentos de stress, pode ser uma forma segura de investir em dentes envelhecidos mesmo quando se é jovem.
Devemos valorizar nosso sorriso a cada instante e manter a conduta de revisá-los com um bom profissional, esta é a melhor forma de mantê-los sempre bonitos e saudáveis.

A importância da saliva para a saúde bucal e sistêmica.

A quantidade de saliva secretada por dia pode variar entre 1 a 2l, e depende de algumas circunstâncias, como idade e dieta para esta oscilação ser normal.
Quando estas oscilações passam a ser corriqueiras ou constantes, fica estabelecido um quadro de alteração por diminuição do fluxo salivar, chamada xerostomia e por excesso, chamada sialorréia.
Uma salivação deficiente promove ambiente propício para infecções oportunistas, desconforto na deglutição e fala, e para os pacientes portadores de próteses, muitas vezes estimula a intolerância na utilização das mesmas, e isto se deve ao fato da saliva promover a umidificação e proteção do ambiente bucal, pois há presença de anticorpos e traços minerais para o reequilíbrio este ambiente.
Quando o problema está no excesso, o portador de salivação intensa pode derramá-la pelo canto da boca e engasgar-se com constância, pois as vias aéreas são invadidas constantemente por fluxo salivar.
Geralmente estes quadros de alteração têm como causa a presença de doenças sistêmicas, tumores, comprometimento neurológico, utilização de medicamentos e drogas que interferem na secreção do fluxo saliva, entre outras.
Seu tratamento depende desta etiologia e pode variar com a irradiação de fontes de radiação eletromagnética ( terapia laser e radioterapia) nas glândulas salivares maiores, no uso de medicamentos específicos (como é o caso da Pilocarpina e da Cevimelina, para aumento do fluxo salivar), ou ainda a indicação de estimuladores mecânicos. A utilização de saliva artificial é necessária até que reequilíbrio aconteça.
Para a diminuição do fluxo existem indicações cirúrgicas e medicamentosa anti-sialogoga, que também dependem da causa e da circunstância.
Prevenir estas alterações exige que o cirurgião dentista tenha sempre o detalhamento da situação sistêmica do paciente, que deve mantê-lo atualizado quanto à novas medicações nos tratamentos médicos para que propostas terapêuticas auxiliem na secreção normal da glândula salivar, hidratação diária adequada e atentar a eventos que possam delatar alterações salivares que fujam do padrão de normalidade.

COISAS DE CRIANÇA:“A hora de trocar os dentinhos pelos dentões”

Esta fase, marcada por mudanças em nosso organismo, substitui em nossa boca nossos pequenos dentes por outros maiores, que nos acompanharão pelo resto da vida – se cuidarmos direitinho deles-, e isto acontece de forma natural e bem tolerada pela maioria de nós. Porém, uma parte da população pode enfrentar alguns percalços para efetivar as mudanças, gerando muitas dúvidas em relação às trocas dentárias que se iniciam por volta dos 6 anos e se concluem, praticamente, 7 anos depois.
Uma reclamação muito freqüente, referida quando os dentinhos-de-leite começam a cair (esfoliar), é que os dentes permanentes demoram muito a nascer (irromper).
O desagrado acontece porque a famosa “janelinha” permanece mais tempo que o normal, prejudicando a criança de várias formas, inclusive a estética.
E o maior motivo para que isto aconteça, é pelo fato que o dente-de-leite sofreu injúrias – traumas ou doenças -, fazendo com que a gengiva se torne mais fibrosa, não permitindo que o dente permanente transpasse-a naturalmente.
Este fato pode pôr em risco toda a harmonia das arcadas dentárias e exige intervenção profissional.
Existem várias formas de intervir, dependendo da necessidade e da acessibilidade do paciente pediátrico.
Os meios vão desde exercícios mastigatórios com acessório adequado, que estimula uma resposta orgânica que gera o trofismo dental até seu leito.
Mas ainda pode haver necessidade de “abrir o caminho” para o jovem dente, através de pequenas cirurgias que rompem a rigidez gengival, permitindo que o dente se instale adequadamente.
De modo geral os resultados aparecem em 1 a 10 dias, dependendo da terapia instalada e da invasividade do processo curativo, e é válido informar que o método cirúrgico é a mais rápida das modalidades interventivas.

O Tratamento oncológico e suas implicações na cavidade oral

Conhecida como mucosite, esta inflamação que acomete todo o trato digestório, desde a boca até o reto, incide em cerca de 40% dos pacientes que recebem quimioterapia e radioterapia convencional e 76% dos pacientes tratados com transplantes de medula óssea.
Sua incidência se deve à ação da quimioterapia antineoplásica, que age nas células com alto índice mitótico ( divisão celular), ou seja, nas neoplásicas, que são as que devem ser destruídas, porém as células da medula óssea, do epitélio intestinal e bucal também acabam sendo atingidas. As ulcerações podem ocorrer devido a dois fatores distintos: – ação direta sobre a mucosa bucal (estomatotoxidade direta) e alterações induzidas em outros tecidos como a mielossupressão (estomatotoxidade indireta).
Na boca, frente esta inflamação, se instala um quadro parecido com a estomatite, com ulcerações profundas e extensas, propícias à hemorragias, extremamente dolorosas, impedindo a própria alimentação, elevando o grau de desnutrição dos pacientes submetidos à terapia antineoplásica, refletindo na resposta ao tratamento instituído e à própria sobrevivência dos mesmos.
A estomatite desenvolve-se de 2 a 10 dias após o tratamento com agentes citostáticos e durante a radioterapia de cabeça e pescoço. A resolução dos sintomas demora cerca de 2 a 3 semanas após o fim da terapia, porém pode persistir por mais tempo se as doses de agentes citostáticos forem muito altas. Primariamente o paciente relata sensibilidade aos alimentos ácidos, evoluindo para impossibilidade de mastigação e deglutição, atingindo diretamente a qualidade de vida dos pacientes em tratamento.
O controle da mucosite requer medidas profiláticas e terapêuticas, como a implementação de boa saúde e boa higiene bucal, através de consultas odontológicas curativas e preventivas, para o controle das infecções pertinentes ao ambiente bucal e às oportunistas, que invadem as lesões da mucosa agravando o quadro pré-existente. Em grandes hospitais do país, estas medidas são tratadas com extrema importância, sendo iniciadas antes do tratamento oncológico, e levadas ao longo dele, através da LASERTERAPIA, a qual alivia a dor, previnindo o aparecimento e/ou a exacerbação das úlceras.

Cardápio do dia: dieta boa para a boca!

Um prato com bastante verduras verdes, carne grelhada com legumes diversos, e para sobremesa, frutas frescas com iogurte.
Este cardápio poderia entrar em qualquer dieta para perder peso ou evitar problemas de ordem sistêmica, mas o menu aqui é para ter e manter uma boca saudável.
As vitaminas devem estar inseridas na alimentação diária, preferencialmente sob a forma de alimentos frescos, evitando uma série de complicações bucais, das quais a severidade do problema conjuga com a falta da vitamina em questão.
A vitamina C, por exemplo, é uma vitamina cuja falta incorre no aparecimento de uma doença grave, o escorbuto, mas até as avitaminoses leves já inserem decorrências bucais, que vão desde sangramentos gengivais até avulsões dentárias.
Problemas linguais, descamações labiais e aftas podem ser decorrentes da falta de vitaminas do complexo B e a vitamina A ajuda nossa boca ficar longe das infecções.
Os laticínios em geral, são grandes aliados contra o câncer, mas o iogurte, devido às suas propriedades probióticas, ajudam os tecidos que sustentam os dentes a manterem-se íntegros.
Além dessas, existem muitas outras situações em que doenças bucais ganham vulto frente a falta de vitaminas específicas, sem mencionar o fato que muitos alimentos frescos e saudáveis ajudam a realizar uma auto limpeza, diminuindo os riscos de contrair afecções bucais.
A reeducação alimentar é a forma mais correta, juntamente com bons hábitos de higiene bucal, para que nosso sorriso permaneça sempre bonito e saudável.

Amamentação: mais que amor é a responsabilidade com o bom desenvolvimento do bebê!

Nesta semana muito se falou em amamentação, mas será que todas as facetas referentes ao tema foram exaustivamente ratificadas?
É bem possível que não. A amamentação deveria ser absoluta até o bebê completar seus 6 meses, pois o leite materno propicia nutrientes e água essenciais para o desenvolvimento físico e orgânico, e de extrema importância para o desenvolvimento adequado da face e da boca.
Isto é possível, porquê no ato de sugar o leite, o bebê desempenha um esforço que irá desenvolver adequadamente as estruturas da face e da boca, minimizando as intercorrências de má oclusão óssea e dental.
Permitir que seu bebê mame é além de um ato de amor, um investimento na saúde geral e bucal de seu filho.
Por Dra Liciane Bello